Caixa volta a financiar 70% do valor dos imóveis usados

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado

Na última terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas. Vale lembrar que essa é uma das linhas mais baratas oferecidas pelo banco, mas havia sido suspensa em junho do ano passado.

Uma outra novidade é que a instituição voltou a aumentar o financiamento de 50 para 70% dos imóveis usados. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria, diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.

Linha Pró-Cotista

É bom lembrar, que a linha pró-cotista é a que atualmente cobra os menores juros, isso se você não faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O banco informou ainda que a modalidade foi reaberta na última terça-feira para os clientes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Conselho Curador do FGTS.

Essa modalidade de crédito é voltada para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e oferece taxas de juros que varia de 7,85% a 8,85% ao ano. Para ter acesso a essa modalidade, você precisa compro var, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS, não necessariamente consecutivos, ou o saldo em conta vinculado, de no mínimo 10% do valor da avaliação do imóvel. Além disso, você não pode se proprietário de imóvel no município ou região metropolitana onde mora ou trabalha e nem ser detentor de nenhum financiamento no SFH em qualquer parte do País, seja imóvel novo ou usado.

Vale ressaltar que o empréstimo pode ser pago em até 30 anos, se for um bem de até R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

Fonte: Zap Imóveis

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Queda dos juros incentiva mercado imobiliário

Santander é primeiro banco a anunciar taxas abaixo de dois dígitos para financiamento de imóveis

Nas últimas semanas, as projeções para a taxa básica de juros vêm caindo tanto para 2017 quanto para o próximo ano. O boletim Focus de junho, apresentado pelo Banco Central, previa taxa Selic de 8,5% para os dois anos. O relatório de 14 de julho, no entanto, apontou expectativa de queda, com 8% de Selic.

Alguns segmentos do mercado reagiram de forma imediata às novas projeções. O Santander saiu à frente dos concorrentes e anunciou redução de juros para créditos imobiliários. Segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimentos do banco, a decisão segue a posição de pioneirismo da instituição no mercado de crédito. “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

A nova taxa praticada pelo banco é de 9,49% ao ano pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), válido para imóveis usados com valores de 90 000 a 950 000 reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 9,99% ao ano para Carteira Hipotecária (CH), que vale para imóveis acima de 950 000 reais nas mesmas regiões.

As novas taxas são válidas para clientes com relacionamento, ou seja, é preciso estar adimplente, realizar pelo menos uma nova compra por mês no cartão de crédito e escolher uma opção entre receber salário no Santander, capitalização, depósito programado em poupança ou seguro de vida, acidentes pessoais ou residencial.

Abreu garante que a taxa abaixo de dois dígitos não é o único diferencial do Santander. O banco está lançando uma plataforma online que permite aos clientes fazer uma simulação, aprovar crédito e enviar documentos por meio do celular ou de qualquer computador conectado à internet. “O interessado só precisará ir à agência uma única vez, para assinar o contrato”, afirma o executivo. Com a novidade, a expectativa é que o tempo médio de contratação desse tipo de financiamento se reduza de 60 para 30 dias.

Fonte: Exame.com

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Planejamento financeiro é fundamental na hora de sair da casa dos pais

Ter uma organização do orçamento é importante para assumir as responsabilidades

Vontade de ter mais liberdade, de ter o seu espaço e de querer tocar a vida de forma mais independente não são os únicos fatores que devem ser levados em consideração na hora de sair da casa dos pais. Além disso, é preciso ter um planejamento financeiro para assumir as responsabilidades para que as demandas caibam dentro do orçamento. Afinal de contas, ninguém vai sair da casa dos pais pensando em voltar no primeiro aperto financeiro. Portanto, é preciso ficar bastante atento aos futuros gastos e ter um planejamento financeiro antes de ter a sua própria casa.

No Brasil, é crescente o percentual de jovens entre 25 e 34 anos que continuam vivendo na casa dos pais. Para o planejador financeiro Paulo Marostica, em muitos casos, um dos fatores para a saída mais tardia é a questão do padrão de vida. “O brasileiro de classe média e classe média alta só quer sair da casa dos pais quando tem condições de ter o mesmo padrão de vida que os pais podem dar. O detalhe é que ele esquece que os pais estão em uma velocidade da carreira de 20 a 30 anos, enquanto os filhos querem ter isso logo”, afirma.

Ele cita o exemplo que um jovem sai do ensino médio e vai trabalhar ganhando um salário mínimo mais benefício aos 18 anos e, se decide morar sozinho, provavelmente não vai conseguir morar em um bairro na mesma localização e no mesmo padrão que os pais. “Mesmo que ele alugue um apartamento mais barato, por R$ 1000, por exemplo, e resolva dividir com mais dois amigos, vai gastar metade do seu orçamento apenas no aluguel. Ou seja, essa estrutura o leva a ficar mais tempo na casa dos pais”, esclarece Paulo Marostica.

Porém, em alguns casos, o planejador financeiro aconselha a permanência por mais tempo na casa dos pais, principalmente no que diz respeito a fazer uma reserva financeira antes de se mudar para sua própria casa. “Se as relações pessoais e exigências de comportamento dos pais cabem no estilo de vida a que o jovem se propõe, é bom que ele fique o tempo suficiente para poupar o máximo possível para ter uma estrutura financeira melhor na hora de alçar o próprio voo”, sugere.

Porém, se chegou a hora de deixar a casa dos pais, alguns cuidados são necessários. “Primeiro é preciso poder para depois querer”, alerta o planejador financeiro. Ele afirma que, neste estágio inicial da vida, muitas vezes é melhor pagar um aluguel do que se comprometer a comprar um imóvel. “A carreira profissional não está totalmente estável ainda e pode surgir uma oportunidade melhor de emprego em outra cidade. Para comprar um imóvel e vender depois, ele vai deixar entre 5% e 6% na mesa. É melhor, neste caso, pagar um aluguel e investir em títulos, que vão render e, mais tarde, eles serão vendidos para comprar um imóvel mais definitivo”, explica.

Ter estabilidade profissional também é importante. “Não na questão de ter um emprego estável em determinada empresa, mas de ter segurança profissional na profissão de uma forma geral para garantir uma maturidade de renda para arcar as despesas sem afetar a capacidade de poupança”, afirma Marostica. Além disso, em muitos casos, a saída da casa dos pais está atrelada à ideia de formar uma família. “Neste caso, é bom porque porque a pessoa pode compor a renda com o companheiro, ou seja, vai poder dividir as despesas”, completa.

Por fim, é preciso fazer um balanço de gastos, colocar tudo na ponta do papel para entender se as contas cabem no orçamento. “Tem que colocar todos os gastos: telecomunicação, condomínio, alimentação, faxina, aluguel ou prestação são alguns exemplos dos gastos que serão assumidos”, detalha o planejador financeiro. Ele afirma que nesta idade não é hora de se preocupar com conforto, mas sim em ter uma poupança. “Na hora de sair da casa dos pais, a pessoa vai assumir um monte de despesas e atitudes no dia a dia podem ajudar a economizar. A ideia é não ficar na base da preguiça, por exemplo. Se tem um estacionamento de R$ 10 ou você pode estacionar de graça e caminhar 50 metros, escolha a segunda opção. São pequenas despesas no dia a dia que podem fazer a diferença no orçamento no fim do mês”, diz.

Outras atitudes simples podem fazer com que os gastos sejam menores e se adequem melhor ao bolso. “As empresas oferecem possibilidades inteligentes de combos, como internet mais televisão a cabo. No caso de um casal, eles podem avaliar se é preciso ter dois carros. É preciso avaliar o que vai comprar no supermercado ou se vai comer mais fora para não gastar sem necessidade”, complementa Paulo Marostica.

Cinco dicas para quem pretende sair da casa dos pais:

– Coloque no papel todos os futuros gastos, seja com aluguel, prestação, contas de energia, água, gás e telefonia, além de uma previsão de gastos com supermercado, faxina e saídas para ver se a mudança é viável;

– Considere gastos iniciais para a mudança e para a estrutura da nova casa, como móveis, eletrodomésticos e utensílios;

– Caso o orçamento vá ficar muito apertado, cogite dividir o apartamento com outra pessoa e, assim, dividir os gastos também;

– Encontre um imóvel que caiba no seu bolso, seja o aluguel ou o valor da prestação;

– Antes de se mudar, faça uma reserva financeira para não ser pego desprevenido e precisar voltar para a casa dos pais no primeiro imprevisto;

Fonte: Zap Imóveis

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Comprar ou Alugar? Eis a questão

Todos precisam de uma casa para morar. A decisão entre comprar ou alugar, é dada mediante uma série de aspectos técnicos, mas também emocionais.

As previsões para o ano de 2017 são mais positivas. De acordo o Banco Central, a estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fique em 1,3%. Cenário que reflete diretamente no mercado imobiliário.

Em minha opinião, todo brasileiro deveria ter pelo menos um imóvel quitado, sem levar em consideração o tamanho. É um sonho realizado e que traz muita segurança, e permite monitorar outros riscos para poder investir em uma rentabilidade maior.

Outra história que todo mundo comenta é o de tirar o investimento destinado para a casa própria e direcionar para o mercado financeiro. A vantagem é a de se conseguir uma boa rentabilidade. Por exemplo, com R$ 1 milhão aplicado a 1% ao mês, o retorno seria de R$ 10 mil. Situação que pode ser muito favorável para se pagar um aluguel (em um imóvel do mesmo padrão) e ter uma reposição inflacionária e ainda ficar com dinheiro sobrando.

Porém, existem ciclos econômicos e nem sempre o cenário será assim. Nesse raciocínio, você tem um imóvel quitado ou tem o mesmo valor em mãos para decidir se compra ou aluga. No entanto, a maior parte das pessoas não tem esse valor total porque a maioria também não tem um imóvel. Portanto, sair do conforto de ter um imóvel físico é muito difícil e o impacto psicológico é até maior que o impacto financeiro.

As taxas de juros e a inflação estão caindo também, o que mostra um cenário favorável para os alugueis que está se mantendo no 0,3% histórico ante ao passado com o 1%. De acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. A inflação brasileira ficou em cerca de 7,2% em 2016 e o presidente do Banco Central também informou que tentará atingir uma meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Agora, com o 0,3% se mantendo há mais de uma década para o aluguel, fora o condômino e IPTU (para imóveis com escritura), esse percentual se equilibrando e a taxa de juros caindo, pode ser que um dia eles se igualem. E o cenário de uma pessoa, por exemplo, não ter um imóvel, mas contar com uma aplicação financeira rendendo o 0,3% (ele é o resultado da conta do preço do aluguel dividido pelo preço do imóvel), pode ser uma boa oportunidade para aplicar em um investimento. A sugestão é a de seguir para uma aplicação financeira conservadora e, com essa aplicação, poder pagar o aluguel, IPTU, condomínio, entre outros.

Para se ter uma dimensão, entre janeiro e fevereiro, a Caixa Econômica Federal liberou R$ 14 bilhões para o financiamento imobiliário. Para todo o ano, a CEF conta com um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.

Portanto, a decisão final para a questão de comprar ou alugar um imóvel envolve muitos fatores, como a matemática, a paz de espírito e o seu comportamento frente à liquidez. Entre comprar e alugar um imóvel existe muita sabedoria, pois envolve muitos detalhes para esse processo.

Fonte: Exame.com

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Sorocaba tem 6ª maior valorização de imóveis

Sorocaba é a sexta cidade com a maior valorização média do preço do metro quadrado do imóvel para venda no quarto trimestre de 2016, segundo estudo denominado Dados do Mercado Imobiliário (DMI), realizado pelo portal VivaReal, que reúne informações de mais de três milhões de classificados de imóveis para venda e locação em todo o Brasil.

O levantamento levou em consideração 30 cidades brasileiras, incluindo capitais. Na comparação com o mesmo período de 2015, o preço médio do metro quadrado na cidade passou de R$ 3.237 para R$ 3.440, o que representa um aumento de 6,28%. A valorização em Sorocaba, de acordo com a pesquisa, foi superior a de cidades como Ribeirão Preto (4,92%), Curitiba (6,06%), Brasília (6,14%), entre outras, no período de um ano.

Para o diretor regional do Sindicato da Habitação (Secovi) em Sorocaba, Guido Cussiol Neto, apesar do ambiente econômico no País, o mercado imobiliário na cidade oferece vantagens aos compradores, porém ele estima que a valorização do metro quadrado foi um pouco menor do que o apontado pelo VivaReal.

Segundo os dados do estudo, do terceiro para o quarto trimestre de 2016, o preço médio do metro quadrado em Sorocaba passou de R$ 3.382 para R$ 3.440, o que representa um aumento de 1,71% no período. Na comparação do quatro trimestre de 2014 com o mesmo período de 2016, a valorização do metro quadrado na cidade para venda foi maior e chegou a 12,38%, partindo de R$ 3.061. Já na comparação do quarto trimestre de 2014 com o mesmo período de 2015, o metro quadrado passou de R$ 3.061 para R$ 3.237, o que significou uma elevação de 5,74% no período.

Para o diretor do Secovi, o levantamento tem como base os valores de imóveis para a venda e locação que são colocados nos anúncios classificados anunciados por meio por portal VivaReal. Ele afirma, no entanto, que nem sempre os preços anunciados são os valores realmente praticados pelo mercado.

“Acredito que a valorização apontada pela pesquisa sobre o preço do metro quadrado para a venda na cidade não foi tão alta como os 6,28% divulgados, e que os valores praticamente se mantiveram no mesmo patamar no período de um ano”, disse Cussiol. Para ele, a elevação, se ocorreu, foi um pouco menor.

“A cidade tem muitos investidores imobiliários e alguns segmentos mantiveram os preços em função dos estoques altos de imóveis”. Ele aponta ainda que de acordo com o último estudo divulgado pela Secovi sobre o mercado imobiliário de Sorocaba (outubro/2016), foram lançadas 13.568 unidades verticais e 1.457 horizontais, totalizando 15.025 unidades, entre outubro de 2013 e setembro de 2016.

“O maior volume de lançamentos e vendas foi de imóveis de dois dormitórios econômicos, correspondendo a 70% e 71%, respectivamente. Já o valor global de vendas atingido nos últimos 36 meses na cidade foi de R$ 2,043 bilhões, e os imóveis de dois dormitórios econômicos lideraram as vendas, atingindo R$ 1,129 bi no período”, segundo o diretor regional do Secovi.

Aluguel

Em relação ao preço médio do metro quadrado do aluguel em Sorocaba a queda foi de 4% na comparação de um ano. De acordo com o levantamento, o valor passou de R$ 16,67 no quarto trimestre de 2015 para R$ 16 no mesmo período do ano passado. E na comparação do terceiro para o quarto trimestre de 2016, o preço médio do aluguel na cidade passou de R$ 16,20 para R$ 16, o que representa uma queda de 1,24%.

DMI classifica os bairros quemais se destacaram na cidade

O estudo Dados do Mercado Imobiliário (DMI), do portal VivaReal, apontou quais são os bairros ou residenciais de Sorocaba que têm o preço do metro quadrado do imóvel para venda mais caro da cidade, no quarto trimestre de 2016. Segundo a pesquisa, os cinco bairros com os valores mais altos são: Portal da Colina (R$ 6.632,65), Jardim Judith (R$ 5.894,04), Residencial Sunset Village (R$ 5.025,25), Residencial Tivoli Park (R$ 5.013,59) e Parque Campolim (R$ 4.952,00). O levantamento apontou o valor médio do metro quadrado de cerca de 100 bairros da cidade.

Os dados também mostram entre os cerca de 100 bairros quais tiveram as maiores valorizações no período de um ano, na comparação do quarto trimestre de 2015 com o quarto trimestre de 2016. Os cinco com as maiores elevações em 12 meses são: Vila Hortência (67%), Vila Gabriel (28%), Barcelona (21%), Jardim Ibiti do Paço (20%) e Jardim Wanel Ville 4 (20%).

Segundo o estudo, na Vila Hortência o valor médio do preço do metro quadrado do imóvel para a venda passou de R$ 2.237,98 para R$ 3.746,48, no período de um ano. Na Vila Gabriel, passou de R$ 2.355,56 para R$ 3.006,33. No Barcelona passou de R$ 2.291,67 para R$ 2.778,15. No Ibiti do Paço, de R$ 2.777,78 para R$ 3.339,90, e no Wanel Ville 4, de R$ 2.903,23 para R$ 3.469,90.

Em relação ao preço médio do metro quadrado do aluguel em Sorocaba, o Parque Campolim lidera a lista no quarto trimestre de 2016 (R$ 20,51), seguido por Além Ponte (R$ 18,27), Jardim Gonçalves R$ 17,12), Jardim Europa (R$ 15,83) e Vila Jardini (R$ 13,75). E na comparação de um ano, entre o quarto trimestre de 2015 e o mesmo período de 2016, as maiores quedas no preço médio do metro quadrado do aluguel na cidade ocorreram nos bairros Jardim Gonçalves (11%), Centro (2%) e Parque Campolim (1%). (A.C.M.)

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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