Sorocaba sobe para o 19º maior PIB do Brasil, aponta IBGE

Sorocaba possui o 19º maior Produto Interno Bruno (PIB) do País, aponta pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados, a soma de tudo que foi produzido pelo município chegou a R$ 32,6 bilhões em 2014 — o que corresponde a 0,6% do PIB total do Brasil. O IBGE divulgou em dezembro os dados municipais do PIB, que são sempre referentes a dois anos antes.

O resultado representa um aumento de 11% em relação a 2013 e de 65% desde 2010. A cidade subiu uma posição em relação ao último ranking divulgado, de 2013, quando o PIB municipal foi de 29,3 bilhões.

Sorocaba aparece à frente de capitais como São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Natal (RN) e Florianópolis (SC). A análise do IBGE destaca que, excluindo as capitais, nove municípios geraram individualmente mais de 0,5% do PIB nacional, agregando 7,3% da renda do País: Campos dos Goytacazes (RJ) 1%, Osasco e Campinas gerando 1,0% cada; Guarulhos 0,9%; São Bernardo do Campo e Barueri, 0,8% cada; Jundiaí e Sorocaba, 0,6% cada e São José dos Campos, 0,5%.

O desempenho econômico de Sorocaba, mesmo se tratando de números de 2014, expõe a relevância do município em nível nacional. A diversificação do parque industrial da cidade é apontada como essencial, além de novos investimentos na produção de equipamentos de energias renováveis.

Serviços

Em 2014, o setor de serviços gerou em valor adicionado bruto R$ 15,9 bilhões, a indústria R$ 7,9 bilhões, o setor público e a seguridade social R$ 2,2 bilhões, e a agropecuária R$ 42,8 milhões, conforme os dados do IBGE. Nos três anos anteriores o setor de serviços também teve a maior participação no PIB municipal, seguido pela indústria, administração pública e agropecuária. Na cidade, muitos dos serviços estão ligados ao setor industrial, como transporte, alimentação e manutenção.

O economista e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Marcos Antônio Canhada, acredita que a cidade ocupa uma posição privilegiada. “É bastante representativa a importância de Sorocaba no cenário nacional”, afirma. Entre 2012 e 2013, a cidade havia subido dez posições no ranking, mas desta vez alçou apenas um degrau.

Para Canhada o resultado é positivo em meio a desafios para a indústria, que é fundamental vocação da cidade. “Ainda é uma posição bastante significativa pelo período de turbulências”, considera.

PIB da região metropolitana em 2014 foi de R$ 77,9 bilhões

O Produto Interno Bruto (PIB) da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS) chegou a R$ 77,9 bilhões, somando-se as riquezas produzidas pelas 27 cidades que a compõem. Isso representa 4% do PIB estadual, que foi de 1,86 trilhão. Os dados foram divulgados pelo IBGE e são referentes a 2014. O resultado nacional, no ano de referência foi R$ 5,78 trilhões.

Após Sorocaba, a cidade com o maior PIB na região foi Itu, que gerou R$ 7,5 bilhões. Em seguida aparece Salto (R$ 5,6 bi), Votorantim (R$ 4,7 bi) e Tatuí (3,4 bi). As cidades com os menores PIBs foram Alambari ( R$ 70,4 milhões), Sarapuí ( R$ 124,8 milhões) e Tapiraí (R$ 144,4 milhões).

O economista e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Marcos Antônio Canhada, acredita que as cidades da região poderão ter o desenvolvimento impulsionado pelo crescimento de Sorocaba e lembra que a RMS ainda é recente. Foi criada em 2014. Para ele, os resultados positivos devem aparecer a médio e longo prazo. Canhada destaca a importância de estabelecer articulações entre as cidades para que possam crescer juntas.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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Valorize seu imóvel antes de colocá-lo para alugar

Especialista dá cinco dicas para fazer um bom negócio

Investir em imóveis para depois colocá-los para alugar é um negócio antigo que pode ser uma ótima fonte de renda. Mas, para isso, alguns pontos de valorização devem ser levados em consideração, já que para os possíveis locatários cada detalhe será visto e isso pode levar a locação ao fracasso ou ao sucesso.

Segundo Jaques Bushatsky, diretor da Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), “há 20, 30 anos, se você colocasse um ‘lixo’ para alugar, alugava. Hoje não, o locatário tem muito poder de escolha”. Assim, antes de adquirir um novo investimento, veja um ranking dos itens que podem valorizar seu negócio.

1. Localização

Localização é o ponto que os locatários mais levam em consideração na hora de decidir onde morar. Mas esqueça aquela bairro calmo e bucólico, prioritariamente residencial. Bushatsky explica que, como sempre, a localização é o mais importante, mas os critérios em relação a ela mudaram consideravelmente: “As pessoas estão dispensando morar em frente uma praça pra morar de um jeito prático. Está dentro do ramo localização, mas é uma outra localização que não é aquela tradicional, um outro olhar. Que é o que a gente nota quando as pessoas escolhem o centro da cidade”.

2. Estado interno do imóvel

Um imóvel com pintura nova e acabamento interno é um grande atrativo para quem o visita pela primeira vez. E apesar de a maioria das pessoas pensarem o contrário, a mobília só é eficaz em alguns casos. Famílias completas, que provavelmente vão morar no local por muitos anos, com certeza vão preferir escolher seus próprios móveis. Mas, de acordo com Jaques Bushatsky, a mobília é uma boa opção para jovens solteiros ou idosos: “ela é especialmente interessante se o imóvel estiver em uma região de estudantes, com universidades, porque aí resolve a vida deles”.

3. Preço do condomínio

É comum as pessoas designarem uma verba fixa para moradia e incluírem nela o valor do apartamento e do condomínio. Logo, a ideia é não ultrapassar este limite. Portanto, ao comprar imóvel para investimento, procure se atentar ao valor do condomínio. Não será tão fácil conseguir um locatário caso o valor de aluguel do seu imóvel seja justo, mas o do condomínio não faça jus à demanda.
4. Gestão do condomínio

Ao comprar um imóvel para investimento, não foque sua atenção apenas na parte interna do apartamento. Apesar de ela ser de altíssima importância, um condomínio bem gerido, com ar de bem organizado e arrumado, também salta aos olhos do locatário. Converse com outros moradores, se possível, e com o síndico para saber como é o funcionamento das áreas e regras comuns.

5. Adequação da garantia locatícia

Justamente pelo já citado poder de escolha do locatário é imprescindível que o locador esteja aberto a negociações, por mais que a garantia do fiador seja a forma mais tradicional de contrato, muitas vezes ela não é a maneira ideal para o locatário. “Pode parecer óbvio, mas um contrato é feito por duas pessoas. Portanto, é preciso que o locador tenha disponibilidade para conversar sobre que tipo de garantia será dada. Tudo precisa ser conversado de bom grado.”, é o que diz Bushatsky.

Fonte: Zap Imóveis

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Planejar locação de imóvel novo em 2017 requer cuidados

Interessado deve analisar ofertas com antecedência, pesquisar preços e estar atento à documentação

Início do ano é a data preferida por grande parte das pessoas para sair em busca de um novo lar. Tradicionalmente em janeiro aumenta a procura por interessados em alugar imóveis na cidade de São Paulo, em razão de universitários que vêm estudar em faculdades paulistanas e da transferência de profissionais para empresas da capital paulistas.
Quem vai aproveitar o período de férias para procurar um imóvel para alugar em 2017 deve fazer um bom planejamento para conseguir o melhor negócio.

“O momento é muito bom para quem deseja alugar imóveis. Há uma boa gama de ofertas e os proprietários estão mais flexíveis na negociação de preços e prazos”, diz Roseli Hernandes, diretora de Locação da Lello Imóveis, imobiliária e administradora paulistana.

O primeiro passo é delimitar as áreas de preferência em um ou dois bairros, para facilitar a pesquisa. Para isso é fundamental verificar as opções de acesso, transporte e serviços essenciais como supermercados, padarias, farmácias, academias e escolas próximas aos locais desejados.

Também é importante que o futuro inquilino defina uma faixa de preço de aluguel, incluindo os encargos como IPTU e condomínio, que está disposto a pagar. Roseli alerta que esse valor não pode comprometer mais do que 30% da renda líquida mensal do interessado. “Esse é o limite ideal para que o inquilino possa arcar tranquilamente com as despesas da locação durante os 30 meses de vigência do contrato”, afirma.

Ainda em relação ao aluguel, explica Roseli, o candidato a inquilino deve solicitar a imobiliária uma boa pesquisa, pois os valores variam bastante. “Há unidades de padrões similares numa mesma rua que possuem preços diferentes, dependendo do estado de conservação ou mesmo da proximidade com terminais de ônibus ou estações de metrô”, explica.

Antes de assinar o contrato a imobiliária deve providenciar uma vistoria no imóvel, determinando seu estado de conservação. Dessa forma é possível determinar a responsabilidade de cada um no reparo de eventuais danos. O inquilino deve estudar com a imobiliária qual garantia se enquadra ao seu perfil. Atualmente as opções de garantia são fiador, seguro-fiança, caução e título de capitalização.

Por fim, orienta Roseli, o candidato a inquilino deve estar atento à documentação que precisará reunir para efetivar o contrato de locação.

Fonte: Zap Imóveis

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4 dicas práticas para facilitar sua mudança

Preparativos

Prepare tudo antecipadamente. Datas de mudança, contato com empresas de transportes, folgas no trabalho para organização.. O tempo necessário para se organizar varia de 3 meses há poucas semanas, tudo depende do tamanho de sua mudança.

Empacotamento

O ideal é empacotar cômodo por cômodo, deixando uma caixa “salva vidas” preparada com alguns dos principais itens para sobrevivência na primeira noite.
É nesse momento que separamos os objetos que não iremos mais utilizar para doação ou venda.

Transporte

Se você optar por uma empresa de transportes os próprios funcionários irão te auxiliar na hora de organizar as caixas no caminhão e a ver quais móveis precisam ser desmontados. Lembre-se apenas de ensiná-los sobre as etiquetas, para que deixem as caixas corretas nos cômodos desejados.

Organizando a casa nova

Mobilize os membros da família e amigos para ajudar. Organize cômodo a cômodo, só começando um após terminar o outro. Aproveite também para pensar com cuidado na posição dos móveis. Otimize o espaço e tente não comprometer a circulação no ambiente.

Fonte: http://www.donagiraffa.com/2015/06/saiba-como-organizar-a-sua-mudanca-passo-a-passo.html

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Saiba quais são os seus direitos após a compra de um imóvel

Advogada especialista ouvida pelo Zap dá boas dicas para o recém proprietário de um apartamento

Chaves e documentação nas mãos. Sensação de sonho realizado. É assim que grande parte dos brasileiros se sente ao fechar um imóvel próprio.

Mas mesmo depois da compra, é preciso ficar atento aos direitos e deveres do proprietário. A advogada especialista em direito econômico do Siqueira Castro Advogados, Renata Fonseca Batista responde as principais dúvidas de quem acabou de fechar negócio.

Problemas estruturais em geral

Os problemas estruturais relatados, sejam internos da unidade habitacional adquirida ou referente à áreas comuns, são considerados pela lei como vícios, normalmente infortúnios gerados pelo emprego de técnica construtiva inadequada, materiais de baixa qualidade ou execução errônea do projeto de engenharia ou não execução das partes previstas ou necessárias da obra. Ainda, é válido lembrar que para tais vícios existem normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, do INMETRO, do CREA e das Prefeituras e Administrações Regionais as quais são de observação obrigatória, mas, pelo que se vê, muitas vezes não são respeitadas.

De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), a responsabilidade pelos vícios de qualidade de toda ordem é do fornecedor, no caso de bens imóveis da Construtora e de todos daqueles que participaram daquela relação jurídica solidariamente. Portanto, sugere-se ao consumidor comunicar à Construtora por carta com aviso de recebimento, a natureza e a origem do problema, quem deverá providenciar inspeção capaz de laudar o início dos reparos, visto que a comunicação entre as partes deve ocorrer de forma inequívoca.

Estes vícios podem estar ocultos ou serem facilmente identificados, o que garantirá tratamento diferenciado perante a tutela legal, aos ocultos, que aparecem com o tempo, tem-se prazo de garantia de 90 (noventa) dias após a sua constatação; já problemas reconhecidos de pronto, o prazo de garantia é de 90 (noventa) dias a partir da entrega efetiva do imóvel, sendo assegurado pela lei ao consumidor a possibilidade de rescisão contratual; reparação dos problemas reivindicados em até 30 (trinta) dias; ou solicitar abatimento no preço ainda devido, se assim for possível. Essas medidas são alternativas e independem de ação judicial, posto que ao consumidor ainda é facultado o direito de requerem indenização por danos materiais e morais pelo mesmo vício por até 05 (cinco) anos.

A compra de um imóvel impõe ao consumidor precaução redobrada, devendo este analisar atentamente todas as cláusulas contratuais que repercutirão direitos e deveres. Frequentemente, os contratos praticados no mercado imobiliário são eivados de cláusulas abusivas que chegam até a eximir o fornecedor de quaisquer responsabilidade por problemas estruturais posteriores a compra ou garantir prazo pífio de compromisso pelos vícios, contudo, vale frisar que apesar das previsões contratuais muitas vezes desvantajosas, o CDC prevê garantia legal, como acima explanado de 90 (noventa) dias para todos os vícios em bens duráveis, sejam problemas explícitos, a contar da entrega do bem ou, ocultos, a contar do reconhecimento destes.

Prazo para reclamações

Reclamações mencionadas serão direto à construtora, valem as mesmas regras anteriormente citadas: 90 (noventa) dias para todos os vícios em bens duráveis, sejam problemas explícitos, a contar da entrega do bem ou, ocultos, a contar do reconhecimento destes. Já no caso de ingresso por vias judiciais, o prazo para reivindicar indenização quanto a danos materiais e morais será de 05 (cinco) anos a contar da ocorrência do dano, mesmo para imóveis na planta.

A compra de um imóvel impõe ao consumidor precaução redobrada, devendo este analisar atentamente todas as cláusulas contratuais (Foto: Shutterstock)
Muitas demandas ocorrem antes da entrega do imóvel, especialmente quanto ao atraso desta ou problemas com o financiamento, nessa hipótese não se consideram vícios, mas fato do serviço em que a construtora, independente de culpa será responsabilizada e o consumidor gozará do mesmo prazo de 05 (cinco) anos para ingresso no Judiciário para defesa de seus direitos.

Vistoria

Aconselha-se o consumidor providenciar vistoria própria e com o auxílio de profissional apto e de sua confiança antes da entrega efetiva do imóvel visando evitar problemas futuros de construção, acabamento e instalação.

Deve-se checar todos os aspectos estruturais preferencialmente na presença de um representante legal da Construtora para atestar se o imóvel atende ou não as especificações e qualidade de materiais prometidas no Memorial descritivo que acompanha o respectivo Contrato de Promessa de Compra e Venda do imóvel em construção ou vendido na planta. Se usado, a verificação se atem ao real estado de conservação e manutenção das instalações elétricas e hidráulicas do imóvel para que não seja surpreendido posteriormente.

Qualquer problemas identificado deve ser imediatamente comunicado por escrito à Construtora, preferencialmente acompanhado de laudo fruto da vistoria providenciada na presença das partes. É praxe contratual que imóveis adquiridos na planta passem por esta vistoria obrigatória, contudo, caso haja negativa desse procedimento ocorrer aconselha-se o ajuizamento de Ação Cautelar de Vistoria, sem prejuízo da reivindicação dos direitos indenizatórios causados pelo danos não identificados ou ignorados pela Construtora depois de sinalizados.

Pagamento do condomínio

Tem-se como regra geral que a cobrança da taxa condominial ocorre somente após a entrega efetiva das chaves. Cabe ressalvar que a unidade habitacional deverá estar em plenas condições de uso, posto que na hipótese de pendencias quanto as áreas do Condomínio ou mesmo em alguns casos, a unidade seja entregue sem água, luz, gás ou com materiais utilizados diferentes dos descritos no Memorial descritivo, o comprador pode recusar-se a aceitara o imóvel até a retificação das inconsistências, período em que se houver cobrança desta taxa será de responsabilidade da construtora. Mais uma vez, é comum a ocorrência de cláusulas contratuais abusivas estipulando prazos aleatórios para início do pagamento dessa despesa, hipótese em que o ingresso em juízo será necessário, respaldando o direito do consumidor lesado através da declaração de nulidade e fazendo valer a regra da efetiva entrega das chaves como marco inicial para cobrança desta taxa.

Fonte: Zap Imóveis.

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