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Comprar ou Alugar? Eis a questão

Categoria: Casas e Apartamentos

Todos precisam de uma casa para morar. A decisão entre comprar ou alugar, é dada mediante uma série de aspectos técnicos, mas também emocionais.

As previsões para o ano de 2017 são mais positivas. De acordo o Banco Central, a estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fique em 1,3%. Cenário que reflete diretamente no mercado imobiliário.

Em minha opinião, todo brasileiro deveria ter pelo menos um imóvel quitado, sem levar em consideração o tamanho. É um sonho realizado e que traz muita segurança, e permite monitorar outros riscos para poder investir em uma rentabilidade maior.

Outra história que todo mundo comenta é o de tirar o investimento destinado para a casa própria e direcionar para o mercado financeiro. A vantagem é a de se conseguir uma boa rentabilidade. Por exemplo, com R$ 1 milhão aplicado a 1% ao mês, o retorno seria de R$ 10 mil. Situação que pode ser muito favorável para se pagar um aluguel (em um imóvel do mesmo padrão) e ter uma reposição inflacionária e ainda ficar com dinheiro sobrando.

Porém, existem ciclos econômicos e nem sempre o cenário será assim. Nesse raciocínio, você tem um imóvel quitado ou tem o mesmo valor em mãos para decidir se compra ou aluga. No entanto, a maior parte das pessoas não tem esse valor total porque a maioria também não tem um imóvel. Portanto, sair do conforto de ter um imóvel físico é muito difícil e o impacto psicológico é até maior que o impacto financeiro.

As taxas de juros e a inflação estão caindo também, o que mostra um cenário favorável para os alugueis que está se mantendo no 0,3% histórico ante ao passado com o 1%. De acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. A inflação brasileira ficou em cerca de 7,2% em 2016 e o presidente do Banco Central também informou que tentará atingir uma meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Agora, com o 0,3% se mantendo há mais de uma década para o aluguel, fora o condômino e IPTU (para imóveis com escritura), esse percentual se equilibrando e a taxa de juros caindo, pode ser que um dia eles se igualem. E o cenário de uma pessoa, por exemplo, não ter um imóvel, mas contar com uma aplicação financeira rendendo o 0,3% (ele é o resultado da conta do preço do aluguel dividido pelo preço do imóvel), pode ser uma boa oportunidade para aplicar em um investimento. A sugestão é a de seguir para uma aplicação financeira conservadora e, com essa aplicação, poder pagar o aluguel, IPTU, condomínio, entre outros.

Para se ter uma dimensão, entre janeiro e fevereiro, a Caixa Econômica Federal liberou R$ 14 bilhões para o financiamento imobiliário. Para todo o ano, a CEF conta com um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.

Portanto, a decisão final para a questão de comprar ou alugar um imóvel envolve muitos fatores, como a matemática, a paz de espírito e o seu comportamento frente à liquidez. Entre comprar e alugar um imóvel existe muita sabedoria, pois envolve muitos detalhes para esse processo.

Fonte: Exame.com

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